Em breve...

Atendendo as necessidades de toda a nossa região, um Bar e Espaço Cultural, unindo boemia e cultura. Porão Di Baco

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Que fominha...



Pode parecer uma mini panqueca, um burrito mexicano, um rocambole ou um sanduíche mesmo, mas na verdade vou falar do Wrap, um sanduíche enrolado que tem se tornado bem popular, ele é bem levinho e por isso muito bom pra matar aquela fominha no fim da noite, o wrap pode ter muitas variações de recheios o que permite inúmeras combinações muito saborosas e especiais indo do vegetariano ao carnívoro, rsss...
Aguardem...
Evoé!


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Gostosa até no frio...



Quem imaginava que a loira gelada só servia para aplacar as al­tas temperaturas do verão, se en­gana. No inverno ela quebra o gelo e invade as mesas.

A­liás, no período de friozinho a vez é não só das cervejas tipo pilsen – a tradicional loira gelada – mas tam­bém da loirinha feita de tri­go, além das chamadas ruivas e mo­renas. Afinal, as baixas tempe­raturas pedem bebidas mais en­corpadas e com aroma tostado.

Por ser leve e ter menos graduação alcoólica, a cerveja caiu mesmo no gosto dos brasileiros. O consumo na­cional totaliza mais de nove bilhões de litros por ano. Neste mercado nos­so país só perde em volume para a China, Estados Unidos, Ale­ma­nha e Rús­sia. Em média os homens consomem 65 litros por ano e as mulheres cerca de 35. Com a entrada das morenas e ruivas no páreo, neste próximo inverno a cerveja promete disputar palmo a palmo com os vinhos o espaço nas mesas mais exigentes.
Entram em cena as bebidas tipo bock e stout já conhecidas do paladar exigente dos europeus e novas queridinhas dos cer­vejeiros brasucas. Essas saborosas morenas harmonizam perfeitamente com o friozinho do in­verno.

Já a ruivinha tipo pale ale (cerveja clara de alta fermentação), especialmente popular nos pubs ingleses e na Irlanda, também desembarcou em terras tupiniquins e mostra que veio para ficar e a loirinha tipo weiss, feita de tri­go, ingrediente que a torna mais den­sa que a pilsen, também promete!

CURIOSIDADES; Vamos conhecer um pouquinho mais essas novas companheiras da Loira...

Bock: Sem dúvida a mais conhecida dos ­brasileiros. Tem tonalidade escura e paladar forte e encorpado, decorrente da baixa ­fermentação e do teor alcoólico ­relativamente elevado, entre 5,5% e 7,5%.
A origem do precioso líquido está envolta em grande mistério. A denominação teria ­surgido na maneira como o nome da ­cidade de origem, Einbeck (Saxônia), era ­pronunciada na Bavária: Einbock. Entretanto, a palavra bock também ­significa bode em alemão, associando esse tipo de cerveja ao signo de ­capricórnio, que coincidiria com o rigoroso inverno europeu – explicações ­mitológicas dão conta de antigos povos que, procurando o auxílio e a proteção
dos deuses, produziram a cerveja somente durante este signo. Outra justificativa ­estaria nos mosteiros medievais ­germânicos, onde se produzia uma ­cerveja forte e nutritiva para ajudar os monges a suportar os longos
períodos de jejum.

Stout: cerveja mais apreciada entre os irlandeses, a stout – uma das subdivisões
do tipo ale – tem sabor bem forte pela alta concentração de lúpulo e malte. É escura
por causa da torrefação do malte. A mais conhecida, a Guiness, foi criada por Anthony Guiness depois de uma distração em que deixou torrar demais o malte. Por ser ­servida mais quente do que o habitual ­chopinho e pela cremosidade, cai bem nos dias frios do inverno.

Pale ale: também da família das ales, tem este nome por ser mais clara, daí
seu nome pale ale ou ale palha, do inglês. Especialmente popular na Inglaterra e na Irlanda, tem fermentação alta, sendo ­extremamente saborosa, incluindo uma variedade de cereais durante a ­fermentação que lhe conferem aroma ­frutado.

Weissbier: originária da Alemanha, é ­produzida com leveduras especiais e malte de trigo, ingrediente que a torna mais densa e com cor mais acentuada que a ­pilsen. Teor alcoólico entre 2,7 e 5%.


Aguardem... Evoé!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É assim que sonhamos...


Evoé!

Nunca Gostei Tanto de Paredes Quebradas...

Hoje pela manhã, antes de vir para o trabalho passei no Porão para dar aquela espiada, falar com os pedreiros, enfim... verificar a quantas anda a reforma, e hoje pude perceber mais nitidamente o sentimento de reconstrução, de mudança que tudo isso implica, e acho que essa mudança vai muito além de paredes quebradas, a cada tijolo que sai entra uma nova idéia, um novo plano, ver tudo interligado, cada cômodo que antes estavam separados e agora estão unidos, um espaço único para unir pessoas, é realmente muito bom!
Acho que toda essa reconstrução mexe muito comigo, adoro transformação, toda criação, toda mudança, é fruto de algo que foi removido, destruído, e após o refazer se torna algo mais belo. Estamos personificando algo que já era belo, um lindo sobrado com uma energia muito boa que agora terá também a nossa personalidade e se transformará no Porão Di Baco.
Agora algumas curiosidades sobre Baco, Dionísio e o Vinho...
Sabemos que o vinho sempre esteve envolvido em grande parte das religiões, mitos e lendas de nossa história. Mas talvez as “entidades” mais conhecidas, relacionadas ao vinho e às grandes bebedeiras, sejam os deuses Baco e Dioniso, há algumas controvérsias sobre a origem de um ou de outro, ou ainda sobre quem veio primeiro, mas hoje vou deixar essas controvérsias de lado e falar sobre o mito do surgimento do vinho propriamente dito...
Zeus, disfarçando-se de mortal, seduziu Sêmele, filha do rei Cadmo, e com ela teve um filho, Dioniso (ou Baco…), que foi entregue aos seres da floresta para ser criado dentro de uma caverna no monte Nisa. Certo dia, ainda jovem, ele se deparou com uma fruta até então desconhecida. Era a uva! E mais importante, descobriu que dela podia ser feita uma bebida que provocava a embriaguez.
O vinho, no fim, era a única bebida capaz de igualar, através do êxtase, deuses e homens.
Historicamente por ocasião das vindimas, celebrava-se anualmente em Atenas e por toda Ática a festa do vinho novo, na qual os participantes se embriagavam e começavam a cantar e dançar até caírem desfalecidos em culto ao deus do vinho e da agricultura. Intimamente ligados também ao teatro, Baco e Dioniso normalmente são representados como criaturas alegres, festivas e eternos fanfarrões com sua taça em punho.
É essa alegria, essa mistura de diversão e arte e cultura que queremos compartilhar no Porão Di Baco.
Evoé!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Diário de Reforma

Boa Tarde a todos!
 Hoje mais uma etapa de um sonho teve início, incluindo a criação deste blog para compartilhar cada etapa da concretização do mesmo com vocês. Hoje iniciamos a reforma do sobrado que abrigará o Porão Di Baco, um Bar... mas não apenas um bar, o Porão é o sonho de três amigos que o compatilharam com outros amigos e assim as idéias foram tomando forma e hoje começou a sair do abstrato para tomar formas concretas de um espaço que tem como finalidade o encontro de amigos, o ouvir música de qualidade, o beber, o comer e o compartilhar arte e cultura. O Porão é um lugar imaginado para atrair toda a região para este belo sobrado cercado por árvores, para que ali desfrutem de um ambiente agradável, animado, único... um pólo para o encontro de artistas e de amigos, de pessoas que gostem da cerveja extremamente gelada, de um bom vinho ou um whisky de qualidade, de drink's saborosos, coloridos e cheirosos e dos petiscos quentinhos e diferenciados para acompanhar, que goste de escutar o que há de melhor na música e compartilhar alegria e bons momentos.
Hoje com as primeiras marretadas demos início ás obras e a cada dia vou postando as novidades.
Até Breve!!!