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Atendendo as necessidades de toda a nossa região, um Bar e Espaço Cultural, unindo boemia e cultura. Porão Di Baco

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Gostosa até no frio...



Quem imaginava que a loira gelada só servia para aplacar as al­tas temperaturas do verão, se en­gana. No inverno ela quebra o gelo e invade as mesas.

A­liás, no período de friozinho a vez é não só das cervejas tipo pilsen – a tradicional loira gelada – mas tam­bém da loirinha feita de tri­go, além das chamadas ruivas e mo­renas. Afinal, as baixas tempe­raturas pedem bebidas mais en­corpadas e com aroma tostado.

Por ser leve e ter menos graduação alcoólica, a cerveja caiu mesmo no gosto dos brasileiros. O consumo na­cional totaliza mais de nove bilhões de litros por ano. Neste mercado nos­so país só perde em volume para a China, Estados Unidos, Ale­ma­nha e Rús­sia. Em média os homens consomem 65 litros por ano e as mulheres cerca de 35. Com a entrada das morenas e ruivas no páreo, neste próximo inverno a cerveja promete disputar palmo a palmo com os vinhos o espaço nas mesas mais exigentes.
Entram em cena as bebidas tipo bock e stout já conhecidas do paladar exigente dos europeus e novas queridinhas dos cer­vejeiros brasucas. Essas saborosas morenas harmonizam perfeitamente com o friozinho do in­verno.

Já a ruivinha tipo pale ale (cerveja clara de alta fermentação), especialmente popular nos pubs ingleses e na Irlanda, também desembarcou em terras tupiniquins e mostra que veio para ficar e a loirinha tipo weiss, feita de tri­go, ingrediente que a torna mais den­sa que a pilsen, também promete!

CURIOSIDADES; Vamos conhecer um pouquinho mais essas novas companheiras da Loira...

Bock: Sem dúvida a mais conhecida dos ­brasileiros. Tem tonalidade escura e paladar forte e encorpado, decorrente da baixa ­fermentação e do teor alcoólico ­relativamente elevado, entre 5,5% e 7,5%.
A origem do precioso líquido está envolta em grande mistério. A denominação teria ­surgido na maneira como o nome da ­cidade de origem, Einbeck (Saxônia), era ­pronunciada na Bavária: Einbock. Entretanto, a palavra bock também ­significa bode em alemão, associando esse tipo de cerveja ao signo de ­capricórnio, que coincidiria com o rigoroso inverno europeu – explicações ­mitológicas dão conta de antigos povos que, procurando o auxílio e a proteção
dos deuses, produziram a cerveja somente durante este signo. Outra justificativa ­estaria nos mosteiros medievais ­germânicos, onde se produzia uma ­cerveja forte e nutritiva para ajudar os monges a suportar os longos
períodos de jejum.

Stout: cerveja mais apreciada entre os irlandeses, a stout – uma das subdivisões
do tipo ale – tem sabor bem forte pela alta concentração de lúpulo e malte. É escura
por causa da torrefação do malte. A mais conhecida, a Guiness, foi criada por Anthony Guiness depois de uma distração em que deixou torrar demais o malte. Por ser ­servida mais quente do que o habitual ­chopinho e pela cremosidade, cai bem nos dias frios do inverno.

Pale ale: também da família das ales, tem este nome por ser mais clara, daí
seu nome pale ale ou ale palha, do inglês. Especialmente popular na Inglaterra e na Irlanda, tem fermentação alta, sendo ­extremamente saborosa, incluindo uma variedade de cereais durante a ­fermentação que lhe conferem aroma ­frutado.

Weissbier: originária da Alemanha, é ­produzida com leveduras especiais e malte de trigo, ingrediente que a torna mais densa e com cor mais acentuada que a ­pilsen. Teor alcoólico entre 2,7 e 5%.


Aguardem... Evoé!

3 comentários:

  1. Olá..
    Boa sorte com o projeto, vou anunciar o Porão di Baco no meu blog, assim todos poderão ficar de olho no blog..
    Dicasearte.blogspot.com

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  2. Muito Obrigada Nah!! Aparece sempre por aqui pra dar uma olhada nas vovidades! Bjo

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