Foi no período da Revolução Industrial num momento efervescente da arte, da vida boêmia dos cafés de Paris que o Absinto passou a ser chamado de La Fée Verte ou The Green Fairy.
Sabe-se que Hipócrates, o pai da medicina, costumava receitar uma planta chamada Artemísia Absinthium no tratamento da asma, reumatismo, cólicas menstruais e anemia... Segundo a lenda, o Absinto foi inventado pelo Dr. Pierre Ordinaire, um médico francês que vivia em Couvet na Suíça por volta de 1792. É muitas vezes incorretamente chamado de licor, mas na verdade é uma bebida destilada.
Em 1797 nasce a primeira fábrica da bebida com fins não medicinais... E assim nasce a Fada Verde...
Nos séculos XIX e XX, acreditava-se que o absinto era um grande afrodisíaco e potencializador da criatividade, o que fez com que muitos artistas o utilizassem como estimulante na criação de inúmeros textos e obras de arte.
O Absinto foi a bebida preferida de grandes artistas como Van Gogh, Picasso, Manet, Degas... e também muito apreciada por poetas e escritores como Fernando Pessoa, Eça de Queiros, Paul Verlaine, Baudelaire...
A Bebida foi proibida em 1915 e obteve popularidade quando legalizada em alguns países, seu teor alcoólico pode variar entre 45% vol. e 85% vol., dependendo da nacionalidade. No Brasil, o Absinto foi permitido, porém a graduação alcoólica não pode ser superior a 53,5% vol.
Sua bela tonalidade de verde translúcido que tanto agrada ao olhar nos remete a Belle Époque, seu sabor é conseguido através da mistura de ingredientes como o anis, funcho e outras ervas, o Absinto está entre as bebidas com maior teor alcoólico já produzidas.
Bom... Agora que já conhecemos um pouco mais sobre esta bebida tão sedutora e exótica, que desperta os sentidos e a criação, escolha um drink de absinto de sua preferência e façamos um brinde com muito juízo!
Evoé!



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